Top 4 livros para ler no Carnaval

25/02/2022

 

Estamos no fim de semana de Carnaval e é aquela época em que quem é de festa vai para festa e quem não é vai ficar em casa assistindo série ou lendo um livro. Então hoje quero indicar 4 livros para todos os tipos de leitoras para esse fim de semana de Carnaval.

O Iluminado - Stephen King

Esse livro é perfeito para aquela leitora que quer se isolar, pegar uma pipoca e ficar lendo a noite inteira. Eu indico que durante essa leitura você desligue o seu celular e leia apenas com a luz de um abajur. O clima perfeito para quem não quer ver gente feliz.

Mistério no Caribe - Agatha Christie

Eu aposto que você é aquela leitora que ama viajar no feriado prolongado e no Carnaval esse feriado dura uns bons dias, né? Para entrar no clima de praia, hotel e piscina esse livro vai combinar muito (menos a parte do assassinato, é claro kkk)

O Dia que Selma Sonhou com um Ocapi - Mariana Leky

Esse livro é uma coisinha perfeita e fofa, mas já aviso que ele tem seus momentos de tristezas. Essa indicação vai para aquela leitora que quer apenas ler um bom livro e receber uma sofrênciazinha de bônus.

10 coisas que nós fizemos (e provavelmente não deveríamos) - Sarah Mlynowski

Se você é uma leitora jovem já deve ter visto muitos filmes estadunidenses que os adolescentes fazem uma festa quando os pais viajam, né? Aqui uma adolescente fica sozinha por muuuuuuito tempo e faz mais do que festa. O livro perfeito para quem quer dar uma social com os amigos nesse feriado.

Me conta ai: Qual livro você vai ler nesse feriado?

Resenha: Drive my car (conto)

23/02/2022

 


Oi, leitoras queridas. Hoje quero falar um pouco sobre um dos últimos contos que li e que sua adaptação está na "corrida" para o Oscar 2022: Drive my Car do autor japonês Haruki Murakami.

O conto uma média de 100 páginas, mas que em certos momentos são densos com seus diálogos indo em uma linha mais filosófica e profundidade. A obra faz parte da coletânea "Homens sem Mulheres" do autor, onde as histórias falam sobre o amor a solidão. Aqui temos acompanhamos Kafuku, um ator de teatro viúve que mesmo após anos do falecimento de sua esposa ainda vive o luto. Por um problema de visão ele precisa contratar motoristas para leva-lo ao trabalho e na história a motorista é Misaki, uma jovem muito discreta e que dirige muito bem.

Em parte da história ele fica perdido em seus próprio pensamentos sobre a sua vida, mas o ponto alto acontece durante um congestionamento em que ele, após meses tendo Misaki como sua motorista, ele acaba contando a ela como ele se aproximou de um homem que foi amante de sua mulher pouco antes de seu falecimento. Dando sentido a coletânea aqui conhecemos uma parte de Kafuku que viveu por anos com uma mulher que o traía de meses em meses, com homens diferentes, e como ele sobreviveu com medo de perder aquela que ele via como o amor de sua vida.

É um conto bem interessante e em algum momento ainda quero ler os outros do livro. Acabei priorizando esse justamente pela adaptação estrangeira tão prestigiada na temporada de premiações. Particularmente não gostei muito do filme, já que há tantas passagens nele que dão a impressão de ser intermináveis. Mas de modo geral é uma adaptação bem interessante e que coloca a pauta luto de uma forma sútil.

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Título: Homens sem Mulheres • Autora: Haruki Murakami
Editora: Alfaguara • Tradução: Eunice Suenaga

TAG: Leitora ansiosa

11/02/2022

 

Hoje é dia de TAG por aqui e bora fazer essa tag bem legal criada pela Kabook? A tag chama Leitor Ansioso.

Gatilho: Um livro que você quer muito ler, mas passa mal quando pensa que vai demorar muito pra acontecer

Quero muito ler O Conde de Monte Cristo, mas ele é gigante e sempre perco a coragem na hora do vamos ver.

Respira! O último volume de uma série em andamento que você está amando

Eu reli a trilogia Estilhaça-Me e pretendo finalizar a série até este ano, mas para ser sincera eu já me perdi com o tanto de livros que ela tem.

Pense no presente: Um livro que está nitidamente te encarando da estante e que aguarda ser lido

Eu comprei Noturno faz uns 5 anos e até hoje não tirei o livro do plástico. Acho que ele deve estar com raiva de mim.





A mão chega a tremer: Uma edição dos sonhos que se tornou uma conquista!

Não é segredo que "S" / O Navio de Teseu é o meu xodó da vida. <3 Sempre vou exaltar essa beleza.

Estresse: Um livro que foi uma tortura para finalmente terminar

Destruidor de Mundos e não se fala mais nisso.

O Surto veio: O livro que você comprou por impulso

Nossa, teve uma época que eu só comprava livro por impulso, então daria para colocar váaarios títulos aqui. Um deles foi a trilogia Destino, uma distopia totalmente subestimada.

Hora de visualizar: Uma meta que você já cumpriu

Eu sou a pessoa mais flopada quando se trata de metas, mas ano passado prometi que iria ler 50 livros no ano e finalizei lendo 55 😎

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Maratona Oscar: 1986

09/02/2022

 

Olá, leitoras. Ontem saiu as nomeações do Oscar 2021, vocês viram? Tem muita coisa boa que vale a pena assistir e outras que eu ainda vou ver antes da premiação acontecer, mas por hoje o foco é do Oscar 1986 que milagrosamente eu assisti todos os filmes da categoria principal.

  1. Entre Dois Amores (Out of Africa)🏆
  2. A Testemunha (Witness)
  3. O Beijo da Mulher Aranha (The Kiss of Spider Woman)
  4. A Honra do Poderoso Prizzi (Prizzi's Honor)
  5. A Cor Púrpura (The Color Purple)

A Cor Púrpura

Para ser sincera eu não assisti esse filme na maratona, mas sim depois de finalizar a leitura do livro que deu origem a esta adaptação. Ainda estava com tudo fresco na mente, por isso acabei não vendo necessidade.

É muito triste ver o que aconteceu com esse filme na premiação, já que teve 11 indicações e não levou nenhuma estatueta. A própria Whoopi Goldberg que está com uma atuação excelente acabou perdendo o prêmio. Mas, infelizmente, essa época a Academia era um pouco pior do que hoje em dia e da para entender o motivo desse filme ter sido tão esnobado (ainda que não dê para aceitar).

Leia aqui a resenha do livro A Cor Púrpura

A Testemunha

Este é um filme de suspense policial em que um garoto amish presencia um assassinato no banheiro da estação de trem e acaba se tornando a principal testemunha do caso. Durante o desenrolar da investigação o policial responsável acaba fugindo com o menino e sua mãe para a comunidade amish em que eles viviam e ali aprende sobre a cultura a religião dessas pessoas.

É um filme bem interessante, mas de certa forma fraco em relação aos outros. Ele não se diferencia muito de outros filmes do gênero que foram produzidos na época, então não sei dizer muito bem o que ele teve de especial para ser indicado.

O Beijo da Mulher Aranha

O Beijo da Mulher Aranha é descrito como um filme brasileiro, mas ele é mesmo multicultural. O elenco é composto por brasileiros como Sônia Braga, Milton Gonçalves, Herson Capri, entre outros, e também William Hurt (estadunidense) e Raúl Juliá (porto riquenho) e o diretor, Hector Babenco, é argentino.

A história se passa aqui no Brasil durante a ditadura militar onde duas pessoas estão presas. Um jornalista, como prisioneiro politico, e uma travesti que passa parte do seu tempo contando histórias de filmes que fazia parte da propaganda politica nazista. É um filme dentro de um filme, já que enquanto as histórias são contadas elas passam também para os espectadores.

Gostei muito desse filme, apesar de achar que ele não deveria ser inteiro em inglês. Ainda assim é um ótima produção que levou o cinema brasileiro para fora e deu o merecido reconhecido a William Hurt que ganhou o Oscar de melhor ator pela sua atuação.

A Honra do Poderoso Prizzi

Vou te falar que eu não sei o motivo de ter topado assistir esse filme, já que eu não gosto de filmes de máfia. Ainda que essa obra não seja máfia pura pega vários elementos para compor a história. Mas esse filme é quase que um romance de máfia com comédia, se é que isso existe.

Jack Nicholson é o algoz de um grupo de mafiosos e se apaixona por uma mulher que, posteriormente, descobre que ela é uma assassina de aluguel. Então a trama tem toda essa ideia de que ela tem que matar ele e ele tem que matar ela, ainda que ambos estejam juntos. Bem Sr. e Sra. Smith, só que menos sensual e com a duração bem maior.

Percebe-se que eu não gostei do filme. Mas ele tem uns tons bem machistas que me incomodaram, principalmente na sua finalização. A mulher só estava ali para ser usada, a mulher só estava ali para dar uma história para aquele homem. Enfim, um filme que envelheceu como leite.

Entre dois amores

O grande vencedor da noite foi Entre Dois Amores (Out of Africa), filme estrelado por Meryl Streep e Robert Redford que se passa na Africa. Um tanto quanto irônico, já que o filme com afrodescendentes foi totalmente ignorado levando nenhuma estatueta e aqui onde vários colonizadores que estão na África acaba vencendo o prêmio principal (e alguns outros). Mas enfim, né!

O filme é uma breve biografia de Karen Blixen, autora Dinamarquesa, e se passa no inicio do século XX entre o período da Guerra. Ela se casa com um homem por conveniência e descobre algumas de suas traições e após ficar sozinha na fazenda se apaixona por um homem de espirito livre. Em meio a tudo isso ela é rodeada de empregados (ou escravizados, o filme não menciona isso em nenhum momento) que trabalham em sua fazenda de café.

Não conhecia as pessoas retratadas no filme, mas a obra me passa a impressão de querer romantiza-las. O relacionamento de Karen com seus empregados é de respeito e com aqueles mais próximos até afeto, mas mesmo nos momentos que poderiam ser emocionantes há toda uma frieza típica de aristocratas. Particularmente não é um filme horrível de assistir, pois a parte do romance é bem feita e gostosa de acompanhar, ainda que de modo geral hoje em dia o filme não seria visto com bons olhos.

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Resenha: Ratos e homens

07/02/2022


Neste final de semana li mais um clássico da literatura mundial: Ratos e Homens. A primeira vez que tive contato com este livro foi através da série Lost, que eu sou muito apaixonada, e desde então tenho esperado o momento certo e ele finalmente chegou. Fico muito feliz por ter esperado tanto tempo para ler, já que mesmo sendo um livro curto e fácil de ler ele tem suas complexidades e nem sempre isso agrada. Acho que pensando em mim como leitora há uns 5 anos atrás é provavelmente que eu não iria gostar tanto.

Ratos e Homens nos apresenta dois amigos, aparentemente amigos de infância, que trabalham em fazendas. No inicio do livro eles estão indo para esse novo emprego depois de uma confusão no serviço anterior e ao que parece eles são assim, vão pra lá e pra cá. Onde tem trabalho, final na época da Grande Depressão onde aparece oportunidade os homens iam.

George é um homem comum que nasceu e cresceu na roça. Da conta do trabalho sem reclamar, mas está sempre sem dinheiro. Seu companheiro de viagem é Lennie Small, que de "small" (pequeno) não tem nada. Um homem grande, até forte, mas que possui a alma e inocência de uma criança. Lennie possui alguma deficiência não citada na história, até porque naquela época, com pessoas são simples, dificilmente algo seria diagnosticado e ainda que fosse ele seria amarrado como um cachorro (como seu próprio amigo George diz em certa passagem).

"Todo mundo qué um pedacinho de terra. Já li muito livro por aí. Ninguém nunca compra terra nenhuma. Isso só existe na cabeça dessa gente. Ficam falando dessas coisas o tempo todo, mas elas só existe na cabeça deles."

Como eu disse o livro é fácil, seu enredo é incrível. O autor conseguiu abordar tantos assuntos em poucas páginas e de um jeito que se encaixa tão bem. O primeiro, claro, a deficiência de Lennie, que mesmo não sendo especificada mostra o preconceito que um homem como ele sofria, todo o sofrimento por sempre acabar fazendo algo além de seu controle quando tudo o que ele queria era apenas alguns bichinhos para cuidar. Ratinhos, coelhos, cachorros. Nada demais, mas que acabou lhe custando tanto.

O livro foi lançado em 1937 e em uma época que a economia estadunidense estava tão abalada a obra mostra como era a vida dos homens que precisava sobreviver no "sonho americano". Trabalhar por pouco dinheiro mais de 10 horas por dia e sonhar diariamente em comprar um pedaço de terra para ser dono de si. O sonho dos amigos acabou se tornando o de outras duas pessoas na fazenda em que eles foram trabalhar e nesses diálogos é possível ver o quanto esses homens são solitários. Não possuem família e muito menos pessoas para chamar de amigo, por isso a amizade de George e Lennie deixa todos surpresos. Afinal, o comum ali é cada um querer comer o outro vivo. É cada um por si.

A obra tem uma característica maravilhosa de colocar os diálogos de forma coloquial. Não li em inglês, então não sei como é na língua original, mas em português temos o chamado "dialeto caipira" e isso só trás uma riqueza maior na construção desses personagens. Mais do que isso me fez pensar que facilmente essa história poderia se passar aqui no Brasil em um interior longínquo (e infelizmente em 2022, já que a situação tá tão difícil).

Me surpreendi muito com essa história e já sei que é um dos meus livros queridos deste ano. Fiquei muito interessada em conhecer outras obras do autor, já que essa nem de perto é considerada uma das melhores.

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Título: Ratos e Homens (Of Mice and Men) • Autor: John Steinbeck
Editora: L&PM Pocket  • Tradução: Ana Ban

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Lidos e assistidos - Jan/22

04/02/2022


Esse ano decidi voltar com uma coluna antiga do blog que foi abandonada há alguns anos: Lidos e assistidos. Vou registrar no post todas as leituras do mês e filmes e séries que assisti. Caso tenha algum recebido também vou colocar nesse post.

Então vamos ver como foi o mês de Janeiro!

Lidos


O primeiro livro que finalizei em 2022 foi "Um conto de Natal" do Dickens. Um pouco atrasada, ou muito adiantada dependendo o ponto de vista, é um livro que eu adorei e recomendo muito para quem ama histórias de Natal. Já fiz resenha dele aqui no blog, então se você quiser ler clique aqui. Minha segunda leitura foi "Notas sobre o luto" da Chimamanda, um livro trise e emocionante em que ela relembra a vida de seu pai, bem como seu relacionamento com ele e também serve como uma despedida. A resenha do livro você pode conferir aqui.

Assistidos

Esse mês eu aproveitei para assistir bastante coisa. Coloquei algumas séries em dia e comecei outras, mas o melhor saldo com certeza foi de filmes, com um total de 19 assistidos. Não vou falar de todos por aqui, mas deixo a imagem para vocês. 


Acho que eu estava bem empenhada em ver filme em Janeiro. Aproveitei e coloquei em dia alguns da maratona Oscar, que em breve sai mais um post e assisti filmes que estava procrastinando há algum tempo. Sem falar que Encanto eu vi umas 2, ou 3 vezes kkk. Se vocês quiserem que eu fale de algum filme por aqui deixa nos comentários que eu posso preparar um post especial.

Quanto as séries essas são as que eu assisti/estou assistindo.


Estou acompanhando Euphoria semanalmente, assim como How i Met Your Father (inclusive já fiz um post de primeiras impressões aqui)

See é uma série que eu assisto de vez em quando e a premissa é bem interessante. É um mundo pós apocalíptico em que todas as pessoas são cegas e tem uma pegada The 100 e Vikings. Já iZombie eu apenas finalizei a quinta e última temporada que fiquei enrolando quase um ano para assistir.

Além dessas eu estou assistindo BBB, claaaaro, e aproveitando a Globoplay para assistir a primeira temporada de The Masked Singer.

Ufa!! Assisti muitas coisas em Janeiro, né? Mas Fevereiro eu quero aproveitar para ler um pouquiiinho mais.

Resenha: O Curioso Caso de Benjamin Button

02/02/2022

 

Livro O Curioso Caso de Benjamin Button
Depois do fiasco que foi meu mês de Janeiro nas leituras (como sempre, é basicamente um mês que eu fico com preguiça de ler) já decidi entrar em Fevereiro com o pé direito e escolhi um livro bem curtinho e que eu tinha quase certeza que iria adorar: O Curioso Caso de Benjamin Button. Já fazia algum tempo que eu estava com vontade de ler a obra que deu origem ao filme de 2008 e que eu adoro.

O conto é muito diferente de sua adaptação e nesse quesito eu não consigo escolher um melhor que o outro. De certa forma os acontecimentos do livro, que tem cerca de 96 páginas, acontecem muito rapidamente e sobra pouco tempo para digerir a vida do personagem. Ainda que breve é uma história que nos conta muito sobre a relação do homem e o tempo, assim como sua relação com o envelhecimento.

Como é de conhecimento Benjamin Button nasceu com a aparência de um homem de 70 anos, mais do que isso já andava (mesmo com grande dificuldade, tal qual homens desta idade), falava e tinha uma grande personalidade. Seu pai de inicio sentiu certo asco por esse filho que era tão esperado, mas cuidou dele por muitos anos vestindo-o e tentando disfarçar sua idade com tinta de cabelo. Além de incentivar o jovem a brincar com outras crianças e fazer artes pela casa, coisa que Benjamin fazia não por achar divertido, mas pela necessidade de ver sua família feliz diante da situação tão estranha a todos.

Ainda na infância se dava muito melhor com o avô e podiam se passar por irmãos ou amigos. Conforme ia ficando mais jovem seu relacionamento com o pai melhorou e pôde conhecer uma mulher com quem chegou a se casar. É nesse ponto que a sua peculiaridade fica mais evidente dentro da história, já que ao ficar mais jovem a cada ano ele sentia que aquele relacionamento não era o ideal. Enquanto ele gostaria de sair, dançar, sua esposa se sentia mais cansada e tinha necessidade de ficar em casa.

"Estamos destinados a perdermos as pessoas que amamos. De que outra forma saberíamos o quanto elas foram importantes?"

Gosto da ideia de pensar em nosso relógio indo ao contrário. O quanto poderíamos aproveitar mais da vida se já nascêssemos sabendo andar, falar, expressar opinião? Ainda que este não seja o foco central da história foi interessante ver como foi para o personagem viver a vida dessa forma. Ele pode passar seus últimos anos em paz, ainda que abandonado pela sua família, mas cuidado por uma pessoa que cuidava dele como um filho. Seus últimos momentos foram de paz e ignorância, assim como é para os bebês recém nascidos.

Uma história curtinha, para ler em uma hora, e tão maravilhosa. Se você precisa de algo para sair da ressaca literária rápido é uma super dica. Leitura rápida e fácil, ainda que seja um clássico mundial.

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Título: O curioso caso de Benjamin Button (The curious case of Benjamin Button)
Autor: F. Scott Fitzgerald • Editora: L&PM • Tradução: Rodrigo Breunig, Cássia Zanon

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